Pular para o conteúdo principal

Por que ser tão previsível na vida?




Por que seguir essa "ordenança" das redes sociais e perder tempo elaborando frases pra status que tentam simular um humor só pros outros nos lerem?

Ou porque ter que gritar nossos sentimentos e/ou valores dentro de um espaço que comporta pouquíssimos caracteres?

Pra quê transformar o coração numa vitrine?

Qual a real necessidade de ser tão previsível?

Pra quê criar um termômetro próprio de humor?

Pra quê dizer se estou feliz ou triste? Você fará algo por mim se eu escrever que estou mal? Vai entender uma metáfora, um poema melancólico que eu porventura exponha? Ou vai sentir inveja da minha letra de música mais alegre que colocar, pra demonstrar que estou radiante?

Qual o motivo de tudo isso? Tem um sentido?

Por que fazemos isso sem questionar? Quem foi que disse que a gente tinha que se acostumar?

E na vida real? Como é que isso funciona?
E esse negócio de inteligência emocional? E essa questão da exposição?
Quem é que nos vê chorando ou sorrindo? E tem importância quem nos vê nesse íntimo?

E o contrapor vida real, rede social?
O que é que sobra?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Aberta a porta

Bom... aqui estou, depois de uma imensa demora para compartilhar meus pensamentos por meio de um blog; mas enfim aqui cheguei. Escreverei muito, pois é o que gosto, sem preocupações, livremente como num sketch, mas sempre prezando por certa discrição; sempre discrição (minha qualidade, rs). Portanto, apreciem a história, ou não apreciem; sintam-se a vontade, porque eu já estou. (:

End...

Todo fim, faz-me clarear Foto   Flávia Lins

Caiu na rotina..

... Perto das 11 da noite de uma terça feira, feriado. Cansados depois de um dia animador ou não, nos preparamos para voltar a rotina.  Trabalho, faculdade, escola, todos no mesmo posto, fazendo as mesmas coisas, nada muda, nada acontece.   As mesmas pessoas falando das mesmas novelas, as mesmas pessoas morrendo, matando, gritando. Os mesmos programas de tv, as mesmas bandas nos mesmos barzinhos. A mesma 'nova' onda de rock, as mesmas adolescentes se descabelando pelos mesmos ídolos idiotas. A mesma gíria, o mesmo cabelo, a mesma roupa, as mesmas profissões. A mesma moda, a mesma tendência com a mesma cor. Os mesmos rebeldes com seus cabelos 'vermelhos tão naturais'. A mesma tatuagem, os mesmos lustres chamados de piercings pendurados no umbigo. Os mesmos marginalizados, escravizados, os mesmos pobres, os mesmos ricos luxando. Os mesmos políticos roubando e pisando na cabeça dos pobres. Os mesmos pobres de cabeças esmagadas votando nos mesmos políticos lad...